RHEBECKA SOUZA

Somos seres com alma de borboleta, plena de beleza e harmonia, habitando num corpo onde as emoções e desejos, numa espécie de casulo nos aprisionam nos corpos físico, emocional, mental e espiritual, até que a compreensão e a consciência nos eleve ao que somos verdadeiramente, seres de luz.


sexta-feira, 13 de julho de 2012

REFLEXÃO

"Há três mundos: "eu tenho" "eu sou" e "eu me torno.
São as três moradas do pai. Escrevi isto para os povos que virão a fim de que não precisem mais procurar o caminho em vão. Quem o ignora condena-se a voltar cada vez mais para trás. Os homens só vivem uma vez; reaparecem um dia: mundo e lugares diferentes os acolhem em seu caminho formado por muitas vias. A eternidade é um circulo cujo centro é o Pai e todas as faces do Pai são as do Grande Sol".
Livro Jesus e os Essenios -Daniel Meurois e Anne Givaudan

terça-feira, 3 de julho de 2012

ILUMINAÇÃO

" A mariposa que se tornou amante da chama tem a luz dessa aura como alimento desde que permaneça a uma certa distância dela. É o presságio desta iluminação que amanhece que ao mesmo tempo a chama e lhe dá as boas-vindas. Mas ela precisa continuar voando até que ela a apanha.
Quando a alcançou, não cabe mais a ela ir em direção à luz. A chama não é mais seu alimento, mas ela é o alimento da chama. E é aí que está o grande mistério. Num momento uma fugitiva, ela então se torna seu próprio amor, já que ela é a chama. E isso é perfeição". al-Ghazali (1058-1111 d.C)  

domingo, 1 de julho de 2012

A ERA DE FERRO

" Data estelar: Lua crescente em Sagitário. Está escrito com a mão de ferro da Era astrológica em que existimos, a qual leva esse nome, Era de Ferro, que todos chegaremos a experimentar diretamente o princípio divino e compreendê-lo. A esse princípio divino chegaremos com o desejo purificado, com o intelecto consagrado e com o corpo funcionando como servidor e não como patrão. Se nossos desejos não são puros, mas tingidos de egoísmo, não temos capacidade de enxergar o divino. Se o intelecto é cheio de soberba, tampouco seria possível compreender o divino e, se o corpo é o patrão nosso de cada dia, exigindo satisfações constantes, não poderíamos aceitar o que é necessário realizar a cada solitário instante em nome do divino. Enquanto isso, sem pureza nos desejos, sem intelecto consagrado nem corpo preparado, somos escravos de nossa ignorância.".
Oscar Quiroga

quinta-feira, 28 de junho de 2012

A MENTE

" A mente é algo como uma usina a produzir energias; quando se descontrola ou é tomada pela raiva, ódio, cólera, inveja ou ciúme, emite determinados feixes de ondas de forças, que perpassam pelo campo "etereoastral" da zona cerebral do períspírito, fazendo baixar o padrão vibratório da energia mental que ali se encontra em liberdade. Produz-se, então, um fenômeno que muito bem poderíeis designar como sendo uma "coagulação mental astral", lembrando o caso da onda de frio que, ao atuar no seio da atmosfera do vapor d'água, solidifica-o na forma de gotículas. Assemelha-se, também, à corrente elétrica que perpassando por uma solução salina, produz a tradicional precipitação verificada em laboratórios de química e física.
Da mesma forma, as ondas mentais alteradas também intoxicam a própria atmosfera astral e invisível em torno do cérebro, produzindo substâncias que baixam vibratoriamente, tornando-se nocivas, e por esse motivo devem ser eliminadas da zona psíquica ou do campo áurico do homem. A glândula hipófise, a regente dinâmica do sistema endócrino e a mais influente no sistema nervoso, sofre então, pela sua delicadeza, a maior parte do impacto violento e agressivo da mente desgovernada, fazendo esse impacto repercutir nos demais órgãos da rede glandular, do que resulta aceleração e precipitação de hormônios inoportunos na circulação sanguínea, com a consequente intoxicação do organismo. A natureza, orientada pelo senso divino, expulsa a carga inoportuna para o mundo exterior, através das vias emunctórias do corpo, como sejam os rins, intestinos e pele. Daí se verificar, amiúde, que as criaturas mais violentas, coléricas, irritáveis, pessimistas ou ciumentas são vítimas quase sempre de alergias inespecíficas, urticárias, nefrites, eczemas neuro-hepáticos, surtos de disenteria ou hemorróidas, como frutos dos desequilíbrios mentais e descontroles psiquicos. Os hipocondríacos, por exemplo, vivem num infeliz círculo vicioso; quando o fígado enferma, altera-se o seu psiquismo, e quando este se desarmoniza, são eles que enfermam o fígado.
É óbvio, pois, que, sendo as palavras irascíveis o instrumento que interpreta as emoções desequilibradas ou violências mentais, devem produzir visíveis modificações orgânicas, como chaves do psiquismo desequilibrado, assim como as palavras desarmônicas por natureza exigem esforços à parte, para serem pronunciadas, enquanto outras associam estados enfermiços e fazem abater o ânimo espiritual, influindo no físico. Quando louvais o próximo com palavras de amor ou de paz, elas despertam estados de afetividade, otimismo e esperança, o que já não sucede se as expressões forem de ódio ou de rancor.
As palavras despertam idéias e produzem estados e motivos diferentes, no homem; repetimos-vos: são chaves verbais que vos alteram ao ouvi-las ou a pronunciá-las, ocorrendo então consequências diferentes no psiquismo e, consequentemente, no corpo físico".
Abordagem do livro A Sobrevivência do Espírito - Ramatis