Assim como acontece a todos os seres vivos, a função de uma flor é procriar. Todos os seus elementos funcionam com o mesmo propósito, e todos eles são essenciais ao processo. A florescência vistosa e delicada, repleta de pólen, atrai os polinizadores (aves e abelhas) que fazem a transferência do pólen. O centro é a fonte e a inspiração para as pétalas que deslumbram o olhar - e, por sua vez, atraem o que a flor necessita para criar sementes e se multiplicar.
Quando tem a oportunidade de ser útil a algo maior que o seu ego individual, você é como a pétala de uma flor, que oferece seu tipo especial de beleza e carisma para servir a uma força centralizadora: uma pessoa dotada de mais visão, uma comunidade que serve a um propósito comum ou um caminho espiritual. Perceba como você é uma pétala dessa flor que é a sua vida. Quem ou o que é o centro? Quais os valores a que você está prestando serviço?
Pense também nas situações em que você representa o centro da flor, oferecendo as sementes nutritivas - ou ideias - que outros desejam colher e perpetuar. Para ser o núcleo é preciso ser dotado de visão e confiança. Humildade também é necessária, para conferir um papel importante às "pétalas" em torno de você, que alimentam sua visão e que fazem essa visão crescer além de você.
Como as partes de uma flor, estamos todos aqui para trabalhar juntos e para criar e ser criativos. Não importa se somos o centro ou as pétalas; devemos ser conscientes das sementes que semeamos pelo mundo, pois é assim que forjamos o futuro.
No âmago, todos nós somos pétalas que se irradiam do centro para fora, a partir da fonte unificada de energia, que é a vida. O tempo que passamos neste plano terrestre é finito e frágil, no entanto nos ramificamos, de forma vibrante e potente, a partir dessa fonte invisível, atraindo energia e criando conexões férteis que permitem a continuação dessa mesma vida."
Madisyn Taylor
RHEBECKA SOUZA
Somos seres com alma de borboleta, plena de beleza e harmonia, habitando num corpo onde as emoções e desejos, numa espécie de casulo nos aprisionam nos corpos físico, emocional, mental e espiritual, até que a compreensão e a consciência nos eleve ao que somos verdadeiramente, seres de luz.
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
sábado, 30 de agosto de 2014
INSPIRAÇÃO
Se a minha mão direita for estendida de forma sincera, então vou precisar da minha esquerda para apoiar, tocar, segurar, sustentar, duas palmas estendidas, compreensão, desapego no coração: Vibrando na generosidade Divina.
Rhebecka Souza
Rhebecka Souza
domingo, 24 de agosto de 2014
ORAÇÃO DO SÉTIMO CHAKRA
"Que eu esteja aberto e atento a toda orientação que me faça dar apoio espiritual às outras pessoas. E quando eu precisar de apoio, por favor, guiai-me até aqueles que Vós escolhestes para mim. Serei eternamente grato por olhardes atenta e amorosamente a todos que vivem nesta Terra. Muitas vezes, não compreendemos por que devemos suportar o que nos é pedido; nesses momentos, dai-me a benção da fé. Que eu seja sempre guiado a ter uma vida para servir, de modo a beneficiar a humanidade e elevar a qualidade de minha própria jornada espiritual".
Atos de Poder
Atos de Poder
terça-feira, 19 de agosto de 2014
VIVENDO NA SOMBRA
"Apesar de nossos padrões arquetípicos serem basicamente neutros, eles têm aspectos de luz e sombra. A palavra "sombra" por si já sugere um comportamento escuro, secreto, malévolo, que esconde nas profundezas de nossa natureza, pronto para prejudicar os outros e também a nós mesmos. Uma forma melhor de encarar os aspectos sombrios de nossos arquétipos, entretanto, seria que eles representam a parte de nós mais afastada da mente consciente. "A sombra pode se tornar sua amiga ou inimiga, só depende de você", escreve Marie-Louise Von Franz, a colega confidente de Jung. "A sombra não é necessariamente um adversário. Na verdade, é exatamente como um ser humano com quem temos que conviver. Ás vezes cedemos, às vezes resistimos, às vezes damos amor - conforme a necessidade da situação. A sombra se torna hostil apenas quando ignorada ou mal compreendida".
Os aspectos sombrios de nossos arquétipos são alimentados por uma relação ambígua com o poder. Temos tanto medo de ter poder quanto de não ter. A falta de poder é uma ameaça fácil de entender, pelo menos superficialmente. Mas por que deveríamos ter medo do poder? Este é basicamente o paradoxo que alimenta a sombra. A sombra pode ser vista como o poder não explorado. Ela se expressa por meio de um comportamento que sabota nossos desejos e nossa imagem de nós mesmos. Estes aspectos complexos da personalidade permeiam nosso comportamento, circundando a mente consciente, e muitas vezes assumindo o papel dominante. É comum não sabermos por que fazemos alguma coisa ou por que temos medos inexplicáveis. Isso conduz a doloroso conflito, porque sentimos uma coisa e fazemos outra, separando mente e coração.
(....) Mesmo sabendo que estamos por medo, às vezes decidimos fingir que não sabemos disto. Se não soubermos por que agimos de forma negativa, será mais fácil arranjar motivos para este tipo de comportamento ou culpar outra pessoa. Mas se tivermos consciência, emocional e intelectualmente, de estar prejudicando outro ser humano, não apenas precisaremos nos considerar responsáveis, mas também teremos que admitir ter escolhido conscientemente o comportamento negativo. Não poderemos mais nos esconder atrás de um suposto estado de confusão criado pela cisão entre mente e coração.
Enquanto a mente e o coração não dispuserem de um canal de comunicação claro, continuaremos confusos sobre o que fazer com nossa vida. Inevitavelmente, logo que entrarmos em contato com algo que nos apaixona - como encontrar a vocação, o parceiro com quem queremos viver ou mesmo nossa identidade sexual - experimentaremos uma espécie de sofrimento espiritual, até fazermos alguma coisa em relação a esta paixão. Este sofrimento na verdade uma forma de motivação divina, que nos impele a buscar uma vida mais autêntica.
A consciência de uma vida maior introduz a pressão do tempo no psiquismo e no espírito, porque quanto mais soubermos, mais depressa precisaremos agir. Eu chamo a isso "responsabilidade espiritual". Se entendermos que os julgamentos negativos, inclusive o julgar a nós mesmos, são prejudiciais, será preciso reavaliar nosso comportamento assim que percebermos que estamos julgando. Também será preciso reconhecer situações em que estamos inventando desculpas para nós mesmos e para nossos atos. Julgar os outros e inventar desculpas, mesmos sabendo que não deveríamos, são apenas dois dos muitos desafios espirituais que irão surgir se trabalharmos com arquétipos de sobrevivência. Quanto mais consciência tivermos das dificuldades de administrar nossa
consciência, menos lugares para nos esconder estarão disponíveis no psiquismo e na alma para o jogo de sombras da Criança, da Vítima, da Prostituta e do Sabotador.
Esta relação entre consciência e responsabilidade também se aplica à saúde. Depois que percebemos como a raiva e a culpa são tóxicas para o corpo e o espírito, as consequências destes venenos se tornam mais pronunciadas do que no tempo em que não sabíamos disto - se por nenhuma outra razão, simplesmente porque agora conhecemos seus efeitos biológicos. Isto é a visualização negativa em ação.
Caroline Myss - Contratos Sagrados
Os aspectos sombrios de nossos arquétipos são alimentados por uma relação ambígua com o poder. Temos tanto medo de ter poder quanto de não ter. A falta de poder é uma ameaça fácil de entender, pelo menos superficialmente. Mas por que deveríamos ter medo do poder? Este é basicamente o paradoxo que alimenta a sombra. A sombra pode ser vista como o poder não explorado. Ela se expressa por meio de um comportamento que sabota nossos desejos e nossa imagem de nós mesmos. Estes aspectos complexos da personalidade permeiam nosso comportamento, circundando a mente consciente, e muitas vezes assumindo o papel dominante. É comum não sabermos por que fazemos alguma coisa ou por que temos medos inexplicáveis. Isso conduz a doloroso conflito, porque sentimos uma coisa e fazemos outra, separando mente e coração.
(....) Mesmo sabendo que estamos por medo, às vezes decidimos fingir que não sabemos disto. Se não soubermos por que agimos de forma negativa, será mais fácil arranjar motivos para este tipo de comportamento ou culpar outra pessoa. Mas se tivermos consciência, emocional e intelectualmente, de estar prejudicando outro ser humano, não apenas precisaremos nos considerar responsáveis, mas também teremos que admitir ter escolhido conscientemente o comportamento negativo. Não poderemos mais nos esconder atrás de um suposto estado de confusão criado pela cisão entre mente e coração.
Enquanto a mente e o coração não dispuserem de um canal de comunicação claro, continuaremos confusos sobre o que fazer com nossa vida. Inevitavelmente, logo que entrarmos em contato com algo que nos apaixona - como encontrar a vocação, o parceiro com quem queremos viver ou mesmo nossa identidade sexual - experimentaremos uma espécie de sofrimento espiritual, até fazermos alguma coisa em relação a esta paixão. Este sofrimento na verdade uma forma de motivação divina, que nos impele a buscar uma vida mais autêntica.
A consciência de uma vida maior introduz a pressão do tempo no psiquismo e no espírito, porque quanto mais soubermos, mais depressa precisaremos agir. Eu chamo a isso "responsabilidade espiritual". Se entendermos que os julgamentos negativos, inclusive o julgar a nós mesmos, são prejudiciais, será preciso reavaliar nosso comportamento assim que percebermos que estamos julgando. Também será preciso reconhecer situações em que estamos inventando desculpas para nós mesmos e para nossos atos. Julgar os outros e inventar desculpas, mesmos sabendo que não deveríamos, são apenas dois dos muitos desafios espirituais que irão surgir se trabalharmos com arquétipos de sobrevivência. Quanto mais consciência tivermos das dificuldades de administrar nossa
consciência, menos lugares para nos esconder estarão disponíveis no psiquismo e na alma para o jogo de sombras da Criança, da Vítima, da Prostituta e do Sabotador.
Esta relação entre consciência e responsabilidade também se aplica à saúde. Depois que percebemos como a raiva e a culpa são tóxicas para o corpo e o espírito, as consequências destes venenos se tornam mais pronunciadas do que no tempo em que não sabíamos disto - se por nenhuma outra razão, simplesmente porque agora conhecemos seus efeitos biológicos. Isto é a visualização negativa em ação.
Caroline Myss - Contratos Sagrados
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