" É dito que mesmo uma formiga no ouvido de um elefante pode fazê-lo cair.
Da mesma forma, nada pequeno deveria entrar nos ouvidos de um mestre. Ao avançarmos os testes continuarão a vir. Contudo, com o poder do silêncio obtemos vitória sobre as negatividades. É do poder do silêncio que nasce a força de vontade. Servir através do silêncio é servir através de uma mente limpa e clara.
Diferente do serviço físico, o serviço com a mente é incógnito e não o fazemos para mostrar. Por isso é totalmente livre de conflito, competição e comparação." Dadi Janki
RHEBECKA SOUZA
Somos seres com alma de borboleta, plena de beleza e harmonia, habitando num corpo onde as emoções e desejos, numa espécie de casulo nos aprisionam nos corpos físico, emocional, mental e espiritual, até que a compreensão e a consciência nos eleve ao que somos verdadeiramente, seres de luz.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
AUTO-REGULAÇÃO
" Sempre que o corpo é um sistema auto-regulável que expressa suas necessidades e procura satisfação - se está desidratado, manifesta sede; se está cansado, encosta, ou senta, ou deita; se está com calor procura a sombra, tira a roupa.
Auto-regulação, portanto, é uma característica do corpo de buscar o equilíbrio através de movimentos muitas vezes imperceptíveis.
Comeu muito açucar? O corpo tira cálcio das reservas para neutralizar a acidez que o açucar provoca.
Andou de sandália nova? O corpo faz uma bolha d'agua para proteger o dedo e acumular material que reponha a pele, talvez em várias camadasa calosas, se você insistir na sandália.
Até aí, nada de novo.
Agrande novidade para mim, é pensar que o corpo se auto-regula também em relação a emoções.
Produzindo lágrimas, por exemplo, quando se sente triste, ou rubor nas faces ao se perceber alvo de uma atenção especial, Suando fedido apesar do desodorante, se a situação é de ansiedade e há muita adrenalina circulando.
Isso quer dizer que a emoção encontra uma forma concreta de expressão que ao mesmo tempo é uma descarga, uma forma de liberar a tensão que aquela emoção provoca.
E esse ponto que a coisa começa a ficar mais interessante. Veja só: alguém que está auto-regulado usufrui de um estado de prazer, satisfação, integração consigo mesmo e com o meio ambiente. O corpo digeriu emoções e alimentos e voltou ao estado de equilíbrio, que vai durar até que algo aconteça- do lado de fora, como um repentino vento frio, ou do lado de dentro, como a vontade de ir ao banheiro.
Mas vamos supor que não seja possível sair do vento, não seja possível ir ao banheiro. O corpo vai reagir como? Criando mecanismos de contenção para lidar com a impossibilidade: contrai a musculatura, respira menos. Com isso o fluxo de energia corporal fica mais lento, ou mesmo bloqueado. Quando for possível encontrar abrigo e alívio, o corpo também vai poder relaxar e recuperar seu estado de prazer.
A grande encrenca acontece se a auto-regulação não se der.
Por exemplo uma criança fica triste e chora. Mas de tanto ouvi a mãe dizer para não chorar, cria uma retenção, bloqueia o choro, e com isso o corpo não pode se auto-regular. Há um engarafamento de energia ali, a respiração piora, os músculos se ressentem, os fluidos não circulam livremente. A emoção já passou há muito tempo e a retenção continua.
- De tanto não fazer o que precisaria para atender a um processo de auto-regulação, o organismo deixa de ser saudável, se torna neurótico, diz Julia Andrade, terapeuta que trabalha com a linha biodinâmica, estetoscópio em punho. O que ela escuta com ele o movimento dos fluidos na barriga.
- É o psicoperistaltismo, explica - O sinal de que o organismo é saudável se identifica través de sons na área baixa do abdômen, como os de um rio passando. Essa fluência indica que o corpo está sendo capaz de regular e dissolver produtos de pressão e tensão emocional.
É uma segunda função do intestino: além de processar os alimentos, separando o que vai para o sangue do que vai para fora, ele também "digere" as emoções.
Ela observa que na nossa cultura se valoriza muito o fazer, trabalhar, produzir: uma pessoa acha que está bem quando tem muitas atividades.
- Mas na perspectiva da auto-regulação se dá importância a chegar em casa, relaxar, saborear a experiência do dia, dar um tempo entre uma situação e outra.
Antes de começar uma nova atividade, ter certeza de que digeriu a anterior. Perceber quando é preciso descansar. Escolher o que dá mais prazer em vez do que os outros acham que é bom. E sentir confiança nos processos corporais de descarga, como chorar, desabafar, gritar, bocejar, rir, soltar gase, gemer, cochilar, enfim: tudo o que pode trazer de volta a respiração calma, a fluidez dos líquidos do corpo, o prazer.
Fundamental, diz Julia, é não ficar acumulando raiva, frustação ou qualquer outra emoção difícil, nem fazer de conta que não sentiu: pode até segurar na hora porque a sociedade e a clutura exigem, mas depois tem que expressar para dissolver. Seja na masagem, na caminhada, na terapia, dançando na discoteca, conversando com algum amigo ou na happy hour antes de voltar para casa. É o momento para falar, rir da situação, reclamar, falar mal do chefe.....E você, já deu sua auto-reguladinha hoje?"
Livro Meditando na Cozinha - Sonia Hirsch
Auto-regulação, portanto, é uma característica do corpo de buscar o equilíbrio através de movimentos muitas vezes imperceptíveis.
Comeu muito açucar? O corpo tira cálcio das reservas para neutralizar a acidez que o açucar provoca.
Andou de sandália nova? O corpo faz uma bolha d'agua para proteger o dedo e acumular material que reponha a pele, talvez em várias camadasa calosas, se você insistir na sandália.
Até aí, nada de novo.
Agrande novidade para mim, é pensar que o corpo se auto-regula também em relação a emoções.
Produzindo lágrimas, por exemplo, quando se sente triste, ou rubor nas faces ao se perceber alvo de uma atenção especial, Suando fedido apesar do desodorante, se a situação é de ansiedade e há muita adrenalina circulando.
Isso quer dizer que a emoção encontra uma forma concreta de expressão que ao mesmo tempo é uma descarga, uma forma de liberar a tensão que aquela emoção provoca.
E esse ponto que a coisa começa a ficar mais interessante. Veja só: alguém que está auto-regulado usufrui de um estado de prazer, satisfação, integração consigo mesmo e com o meio ambiente. O corpo digeriu emoções e alimentos e voltou ao estado de equilíbrio, que vai durar até que algo aconteça- do lado de fora, como um repentino vento frio, ou do lado de dentro, como a vontade de ir ao banheiro.
Mas vamos supor que não seja possível sair do vento, não seja possível ir ao banheiro. O corpo vai reagir como? Criando mecanismos de contenção para lidar com a impossibilidade: contrai a musculatura, respira menos. Com isso o fluxo de energia corporal fica mais lento, ou mesmo bloqueado. Quando for possível encontrar abrigo e alívio, o corpo também vai poder relaxar e recuperar seu estado de prazer.
A grande encrenca acontece se a auto-regulação não se der.
Por exemplo uma criança fica triste e chora. Mas de tanto ouvi a mãe dizer para não chorar, cria uma retenção, bloqueia o choro, e com isso o corpo não pode se auto-regular. Há um engarafamento de energia ali, a respiração piora, os músculos se ressentem, os fluidos não circulam livremente. A emoção já passou há muito tempo e a retenção continua.
- De tanto não fazer o que precisaria para atender a um processo de auto-regulação, o organismo deixa de ser saudável, se torna neurótico, diz Julia Andrade, terapeuta que trabalha com a linha biodinâmica, estetoscópio em punho. O que ela escuta com ele o movimento dos fluidos na barriga.
- É o psicoperistaltismo, explica - O sinal de que o organismo é saudável se identifica través de sons na área baixa do abdômen, como os de um rio passando. Essa fluência indica que o corpo está sendo capaz de regular e dissolver produtos de pressão e tensão emocional.
É uma segunda função do intestino: além de processar os alimentos, separando o que vai para o sangue do que vai para fora, ele também "digere" as emoções.
Ela observa que na nossa cultura se valoriza muito o fazer, trabalhar, produzir: uma pessoa acha que está bem quando tem muitas atividades.
- Mas na perspectiva da auto-regulação se dá importância a chegar em casa, relaxar, saborear a experiência do dia, dar um tempo entre uma situação e outra.
Antes de começar uma nova atividade, ter certeza de que digeriu a anterior. Perceber quando é preciso descansar. Escolher o que dá mais prazer em vez do que os outros acham que é bom. E sentir confiança nos processos corporais de descarga, como chorar, desabafar, gritar, bocejar, rir, soltar gase, gemer, cochilar, enfim: tudo o que pode trazer de volta a respiração calma, a fluidez dos líquidos do corpo, o prazer.
Fundamental, diz Julia, é não ficar acumulando raiva, frustação ou qualquer outra emoção difícil, nem fazer de conta que não sentiu: pode até segurar na hora porque a sociedade e a clutura exigem, mas depois tem que expressar para dissolver. Seja na masagem, na caminhada, na terapia, dançando na discoteca, conversando com algum amigo ou na happy hour antes de voltar para casa. É o momento para falar, rir da situação, reclamar, falar mal do chefe.....E você, já deu sua auto-reguladinha hoje?"
Livro Meditando na Cozinha - Sonia Hirsch
domingo, 14 de agosto de 2011
ESCOLHA
Eu te fiz diferente dos outros
No planeta Terra, nunca houve ningém como tu.. e nunca haverá novamente.
Teu espírito, teus pensamentos e teus sentimentos, tua habilidade em raciocinar - tudo isso não existe em mais ningém.
Teu olhos são uma obra de arte incomparável, e são também as janelas para uma alma que é unicamente só tua.
Um simples fio de teu cabelo foi criado especialmente para ti. Dentre toas as multidõesque vieram antes de ti e todas que ainda possam se seguir, nenhuma só pessoa duplicou ou duplicará a fórmula com qual eu te fiz.
Eu te fiz diferente dos outros.
O sangue que flui através de tuas veias, flui através do coração daquele a quem escolhi. As raridades que te tornam único e singular, meu filho, não são mero acidente ou uma escolha aleatória do destino.
Eu te fiz diferente para que tu possas fazer uma diferença.
Tu foste criado com uma habilidade para mudar o mundo. Cada simples escolha que fazes.. cada simples atitude que tomas.. significa muito. Mas lembra-te, o oposto também é verdade. Cada escolha que não fazes.. cada itude que não tomas.. também significa muito, da mesma forma!
Tuas ações não podem ser armazenadas e escondidas, guardadas para mais tarde, ou usadas seletivamente. Pela tua mão, milhões de vidas serão alteradas, ligadas e amarradas em uma cadeia de eventos iniciada por ti, neste mesmo dia. Mas o oposto também é verdade.
Milhões de vidas também são alteradas, ligadas em uma cadeia completamente diferente de eventos - se tu escolheres espera.
Tu possuis o poder da escolha. Um desejo livre, o livre-arbítrio.
A ti foi dado tudo o que precisas para agir, mas a escolha é somente tua. E a começar deste mesmo instante, tu escolherás sabiamente.
Agora vá. E nunca mais te sintas inadequado novamente. Não permaneça em pensamentos de insignificância ou perambule sem objetivos, perdido como uma ovelha.
Tu és poderoso. És importante. E foste encontrado.
Tu és a minha escolha.
Teu Pai
Texto do livro - O Segredo da Última Escolha - Andy Andrews
No planeta Terra, nunca houve ningém como tu.. e nunca haverá novamente.
Teu espírito, teus pensamentos e teus sentimentos, tua habilidade em raciocinar - tudo isso não existe em mais ningém.
Teu olhos são uma obra de arte incomparável, e são também as janelas para uma alma que é unicamente só tua.
Um simples fio de teu cabelo foi criado especialmente para ti. Dentre toas as multidõesque vieram antes de ti e todas que ainda possam se seguir, nenhuma só pessoa duplicou ou duplicará a fórmula com qual eu te fiz.
Eu te fiz diferente dos outros.
O sangue que flui através de tuas veias, flui através do coração daquele a quem escolhi. As raridades que te tornam único e singular, meu filho, não são mero acidente ou uma escolha aleatória do destino.
Eu te fiz diferente para que tu possas fazer uma diferença.
Tu foste criado com uma habilidade para mudar o mundo. Cada simples escolha que fazes.. cada simples atitude que tomas.. significa muito. Mas lembra-te, o oposto também é verdade. Cada escolha que não fazes.. cada itude que não tomas.. também significa muito, da mesma forma!
Tuas ações não podem ser armazenadas e escondidas, guardadas para mais tarde, ou usadas seletivamente. Pela tua mão, milhões de vidas serão alteradas, ligadas e amarradas em uma cadeia de eventos iniciada por ti, neste mesmo dia. Mas o oposto também é verdade.
Milhões de vidas também são alteradas, ligadas em uma cadeia completamente diferente de eventos - se tu escolheres espera.
Tu possuis o poder da escolha. Um desejo livre, o livre-arbítrio.
A ti foi dado tudo o que precisas para agir, mas a escolha é somente tua. E a começar deste mesmo instante, tu escolherás sabiamente.
Agora vá. E nunca mais te sintas inadequado novamente. Não permaneça em pensamentos de insignificância ou perambule sem objetivos, perdido como uma ovelha.
Tu és poderoso. És importante. E foste encontrado.
Tu és a minha escolha.
Teu Pai
Texto do livro - O Segredo da Última Escolha - Andy Andrews
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
O PODER DO AGORA
O universo desponta quando a consciência toma um corpo e uma forma, formas abstratas e formas materiais. Olhe para os milhões de formas de vida só neste planeta. No mar, na terra, no ar e, em seguida, como cada forma de vida se reproduz milhões de vezes. Com que p´ropósito? Será que alguma coisa, ou alguém, está jugando um jogo com a forma, É isso o que os antigos profetas da Índia se perguntavam. Viam o mundo como Lila, uma espécie de jogo divino jogado por Deus. As formas de vida individuais não são obviamente muito importantes nesse jogo. No mar, a maioria das formas de vida não sobrevive por mais de alguns minutos depois de ter nascido. A forma humana também vira pó bem rapidamente e, quando ela se vai, é como se nunca tivesse acontecido. Isso é trágico ou cruel? Só se criarmos uma identidade separada para cada forma e esquecermos que a consciência de cada uma é a expressão da essência divina através forma. Mas você não de verdade essas coisas até que vivencia a sua própria essência divina como pura consciência.
Se um peixe nasce no seu aquário e você lhe dá o nome de John, escreve uma certidão de nascimento, conta-lhe a história da família dele e, dois minutos depois, o vê sendo engolido por um outro peixe, isso é trágico. Mas só é trágico porque você projetou um eu interior separado onde não havia nenhum. Você se apoderou de uma fração de um processo dinâmico, uma dança molecular, e fez dela uma entidade separada.
A consciência assume formas tão complexas para se disfarçar que acaba se perdendo completamente nelas. Nos dias atuais, a consciência está totalmente identificada com seu disfarce. Só se conhece como forma e assim vive com medo da destruição da sua forma física ou psicológica. Essa é a mente egóica, e é aqui que surge uma grave disfunção. Agora parece que alguma coisa deu errado em algum ponto ao longo da linha da evolução. Mas mesmo isso é parte da Lila, o jogo divino. Por fim, a pressão do sofrimento por essa aparente disfunção obriga a consciência a se desidentificar da forma e a faz despertar do sonho da forma. Ela recobra sua autopercepção, mas num nível muito mais profundo do que quando a perdeu.
Esse processo é explicado por Jesus na parábola do filho pródigo, que deixa a casa paterna, esbanja a sua fortuna, vira um mendigo e então é forçado por suas provações a voltar para casa. Ao chegar, seu pai o ama mais do que antes. O estado do filho é o mesmo que anteriormente, ainda que não o mesmo. Tem agora uma dimensão adicional de profundidade. A parábola descreve uma trajetória apartir de uma perfeição inconsciente, passa por uma aparente imperfeição e "deminismo", até chegar a uma perfeição consciente.
Você consegue perceber agora a profundidade e a grandeza de se tornar presente como o observador da sua mente? Sempre que observamos a mente, livramos a consciência das formas da mente, criando aquilo que chamamos o observador ou a testemunha. Consequentemente, o observador - que é a pura consciência além da forma - se torna mais forte, e as formações mentais se tornam mais fracas. Quando falamos sobre observar a mente, estamos personalizando um fato de verdadeiro significado cósmico porque, através de você, a consciência está despertando do seu sonho de identificação com a forma e se retrando da forma. Isso é o prenúncio - e também parte - de um acontecimento que provavelmente ainda está num futuro distante, no que diz respeito ao tempo cronológico. Esse acontecimento é conhecido como o fm do mundo.
Título e texto do livro de Eckhart Tolle
Se um peixe nasce no seu aquário e você lhe dá o nome de John, escreve uma certidão de nascimento, conta-lhe a história da família dele e, dois minutos depois, o vê sendo engolido por um outro peixe, isso é trágico. Mas só é trágico porque você projetou um eu interior separado onde não havia nenhum. Você se apoderou de uma fração de um processo dinâmico, uma dança molecular, e fez dela uma entidade separada.
A consciência assume formas tão complexas para se disfarçar que acaba se perdendo completamente nelas. Nos dias atuais, a consciência está totalmente identificada com seu disfarce. Só se conhece como forma e assim vive com medo da destruição da sua forma física ou psicológica. Essa é a mente egóica, e é aqui que surge uma grave disfunção. Agora parece que alguma coisa deu errado em algum ponto ao longo da linha da evolução. Mas mesmo isso é parte da Lila, o jogo divino. Por fim, a pressão do sofrimento por essa aparente disfunção obriga a consciência a se desidentificar da forma e a faz despertar do sonho da forma. Ela recobra sua autopercepção, mas num nível muito mais profundo do que quando a perdeu.
Esse processo é explicado por Jesus na parábola do filho pródigo, que deixa a casa paterna, esbanja a sua fortuna, vira um mendigo e então é forçado por suas provações a voltar para casa. Ao chegar, seu pai o ama mais do que antes. O estado do filho é o mesmo que anteriormente, ainda que não o mesmo. Tem agora uma dimensão adicional de profundidade. A parábola descreve uma trajetória apartir de uma perfeição inconsciente, passa por uma aparente imperfeição e "deminismo", até chegar a uma perfeição consciente.
Você consegue perceber agora a profundidade e a grandeza de se tornar presente como o observador da sua mente? Sempre que observamos a mente, livramos a consciência das formas da mente, criando aquilo que chamamos o observador ou a testemunha. Consequentemente, o observador - que é a pura consciência além da forma - se torna mais forte, e as formações mentais se tornam mais fracas. Quando falamos sobre observar a mente, estamos personalizando um fato de verdadeiro significado cósmico porque, através de você, a consciência está despertando do seu sonho de identificação com a forma e se retrando da forma. Isso é o prenúncio - e também parte - de um acontecimento que provavelmente ainda está num futuro distante, no que diz respeito ao tempo cronológico. Esse acontecimento é conhecido como o fm do mundo.
Título e texto do livro de Eckhart Tolle
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