"A vida está em você.
A vida vibra, agita, percorre, movimenta.
Marcha para o belo, a felicidade, a divindade.
Fecunda tudo, preenche tudo.
Pulsa a sabedoria, a justiça e o amor.
A Divina Expressão arrasta os indolentes ao progresso, corrige os maus e engrandece os bons.
Eleva e depura.
É o mundo maior que se manifesta e ama.
Cantar as magnificiências da vida é incorporar-se ao Cântico dos Anjos.
Lourival Lopes
RHEBECKA SOUZA
Somos seres com alma de borboleta, plena de beleza e harmonia, habitando num corpo onde as emoções e desejos, numa espécie de casulo nos aprisionam nos corpos físico, emocional, mental e espiritual, até que a compreensão e a consciência nos eleve ao que somos verdadeiramente, seres de luz.
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
PODER DE EMPACOTAR
" O poder de empacotar é dispensar todos os pensamento inúteis e negativos, e então agir com base em pensamentos positivos.
Um pensamento positivo é qualquer pensamento que ao ser manifestado em palavras ou ações traz benefício ao eu, aos outros à sociedade e ao meio ambiente. Quando você empacota os pensamentos inúteis isso significa que você terá ótimo retorno com menos gasto, você será personificação da economia.
Na vida não há desperdício. Desperdício é a gênese da poluição, seja mental ou física. Praticar economia traz poder criativo e sucesso."
Brahma Kumaris
Um pensamento positivo é qualquer pensamento que ao ser manifestado em palavras ou ações traz benefício ao eu, aos outros à sociedade e ao meio ambiente. Quando você empacota os pensamentos inúteis isso significa que você terá ótimo retorno com menos gasto, você será personificação da economia.
Na vida não há desperdício. Desperdício é a gênese da poluição, seja mental ou física. Praticar economia traz poder criativo e sucesso."
Brahma Kumaris
domingo, 6 de novembro de 2011
PREPARADOS PARA QUE?
Num dia estava ouvindo no ônibus alguém pregando (acontecimento cada vz mais corriqueiro), sobre estarmo preparados para a vinda de Jesus arrependendo-se dos nossos pecados e no dia seguinte ao chegar no ponto de ônibus deparo-me com uma cena aparentemente "normal" nos dias em que vivemos, mais que eu nunca presenciei.
Uma multidão aglomerada e outras chegando de vários pontos do bairro, em torno de uma ser hummano estendido no chão, que segundo falatório tratava-se de um deliquente e que fora morto por policiais no cumprimento do dever.
Estava estabelecido o cenário: policiais, engarrafamento, aqui e ali grupos unidos julgando, querendo saber que era a pessoa, de quem era filho, o que estava fazendo, cada qual uma opinão estabelecida. Foi um alvoroço quando uma equipe de TV chegou (provavelmente pauta para mais um programa de meio-dia que sei muitas pessoas assistem).
Num canto bem distante vendo a cena, lembrei do dia anterior e das palavras do pregador: Você está preparado para a vinda do Senhor Jesus? (ele só não informou o dia e a hora). Mais como nos preparar? ela também não deu a receita.
Observando a multidão cada vez crescente, observei um rapaz jovem que estava distante com uma expressão de tristeza perceptível em toda sua volta. Alguém comentou que ele era o irmão do rapaz baleado mais que se encontrava distante talvez sem poder externar seus sentimentos .Será que a multidão iria entender? que não importava no que outro rapaz se transformara, ele fazia de sua família e quem sabe talvez estivesse lembrando de quando eram crianças e haviam brincado até escolher o caminho que achava ser certo.
Com a chegada do rabecão a multidão se dispersou, tráfedo foi normalizado. o Õnibus chegou e o dia voltou a sua "normalidade".
É... talvez seja ainda "cedo" para começarmos a nos preparar.
Uma multidão aglomerada e outras chegando de vários pontos do bairro, em torno de uma ser hummano estendido no chão, que segundo falatório tratava-se de um deliquente e que fora morto por policiais no cumprimento do dever.
Estava estabelecido o cenário: policiais, engarrafamento, aqui e ali grupos unidos julgando, querendo saber que era a pessoa, de quem era filho, o que estava fazendo, cada qual uma opinão estabelecida. Foi um alvoroço quando uma equipe de TV chegou (provavelmente pauta para mais um programa de meio-dia que sei muitas pessoas assistem).
Num canto bem distante vendo a cena, lembrei do dia anterior e das palavras do pregador: Você está preparado para a vinda do Senhor Jesus? (ele só não informou o dia e a hora). Mais como nos preparar? ela também não deu a receita.
Observando a multidão cada vez crescente, observei um rapaz jovem que estava distante com uma expressão de tristeza perceptível em toda sua volta. Alguém comentou que ele era o irmão do rapaz baleado mais que se encontrava distante talvez sem poder externar seus sentimentos .Será que a multidão iria entender? que não importava no que outro rapaz se transformara, ele fazia de sua família e quem sabe talvez estivesse lembrando de quando eram crianças e haviam brincado até escolher o caminho que achava ser certo.
Com a chegada do rabecão a multidão se dispersou, tráfedo foi normalizado. o Õnibus chegou e o dia voltou a sua "normalidade".
É... talvez seja ainda "cedo" para começarmos a nos preparar.
domingo, 30 de outubro de 2011
A PACIENCIA
" A paciência, a paciência, a paciência, só isso ela encontrva na primavera ao vento"
" Leio e fico pensando como é que Clarice Lispector escreveu isso. Pois é claro que toda primavera venta, varrendo o inverno, anunciando que um novo ciclo começou.
Mas a associação direta com a paciência só costumava aparecer na filosofia chinesa, que liga o leste com o vento, a primavera, a manhã, os olhos, o fígado, o sabor ácido, a criação e a calma observação do que acontece, isto é, a paciência. Até porque a primavera sempre dá mais do que pode - arrebata, apaixona, excita órgãos e sentidos.
Como aguentar isso?
Com paciência" responde o sábio.
"Ter peciência significa conter a própria inclinação para as setes emoções: ódio, adoração, alegria, ansiedade, cólera, pesar, medo. Não cedendo a elas voce se torna paciente, depois compreende todo tipo de coisas e entra em harmonia com a eternidade".
O fígado é a mãe da peciencia. Quando alguém está irritado, o povão diz que está mal do fígado.
Combina com a concepção chinesa, que o vê responsável pelo sereno fluir das substâncias através do corpo e também pela regularidade das atividades corporais.
Comanda o movimento das forças e governa o fluxo de Chi, a energia essencial. Mais: harmoniza as emoções, proporcionando um ambiente interno confortável.
Mais ainda: é o sistema energético do fígado que governa a atividade sexual, que se torna mais intensa na primavera.
E se ela se torna mais intensa naturalmente, qual é o problema? Nenhum, claro. Mas na primavera a capacidade de realização do ser humano se expressa pela criatividade.
Se for possível conter (e não esgotar) a sexualidade na primavera, empregando esse impulso em outras atividades criativas, o tônus sexual vai se manter firme o ano inteiro.
É como se o movimento impulsivo da natureza precisasse ser temperado pela nossa atitude.
Está lá, no tratado de medicina interna do Imperador Amarelo: "As paixões fortes reduzem e exaurem as emanações, ao passo que as paixões comedidas as fortalecem e tornam fecundas. A paixão forte consome as emanações, ao passo que as emanações alimentam um fogo moderado de desejo. As paixões fortes esbanjam suas emanações, ao passo que um fogo moderado de desejo engendra vida através das suas emanações."
Desse princípio nasceu o sexo tântrico, em que o orgasmo fica horas cintilando, não é a vertigem abrupta que sinaliza o fim do encontro sexual.
Paciência é um santo remédio, e cultivá-la pode trazer a mais secreta das grandes recompensas. Não só no sexo, em tudo. Contra a raiva, por exemplo. O budismo aponta a raiva como o supra´sumo da ignorância, a pior ação que um ser humano pode cometer contra si mesmo. Ué, mas a raiva não é dirigida ao outro? É. Mas quem sente? A gente. O outro pode não estar nem aí - e a gente põe aquela cara horrorosa, a expressão terrível, pensando as piores coisas, se envenenando por dentro. A raiva não resolve nada. Só gera negatividade. Segundo o budismo, destrói todos os méritos acumulados por ações positivas.
É aí que, passo a passo, entra a paciência. Primeiro a gente se dá conta de que teve um ataque de raiva, e trata de se acalmar. Na vez seguinte vai se dar conta enquanto estiver tendo o ataque, e ele perde a força. Da próxima vez vai perceber um pouquinho antes de ter o ataque, a tempo de respirar fundo e pensar que tudo passa, ninguém erra porque quer, todos sofremos, todos queremos a felicidade, deve haver alguma outra maneira de lidar com a situação...
Pronto, passou.
Tudo passa. Também a primavera passará."
Texto do livro Meditando na cozinha - Sonia Hirsch
" Leio e fico pensando como é que Clarice Lispector escreveu isso. Pois é claro que toda primavera venta, varrendo o inverno, anunciando que um novo ciclo começou.
Mas a associação direta com a paciência só costumava aparecer na filosofia chinesa, que liga o leste com o vento, a primavera, a manhã, os olhos, o fígado, o sabor ácido, a criação e a calma observação do que acontece, isto é, a paciência. Até porque a primavera sempre dá mais do que pode - arrebata, apaixona, excita órgãos e sentidos.
Como aguentar isso?
Com paciência" responde o sábio.
"Ter peciência significa conter a própria inclinação para as setes emoções: ódio, adoração, alegria, ansiedade, cólera, pesar, medo. Não cedendo a elas voce se torna paciente, depois compreende todo tipo de coisas e entra em harmonia com a eternidade".
O fígado é a mãe da peciencia. Quando alguém está irritado, o povão diz que está mal do fígado.
Combina com a concepção chinesa, que o vê responsável pelo sereno fluir das substâncias através do corpo e também pela regularidade das atividades corporais.
Comanda o movimento das forças e governa o fluxo de Chi, a energia essencial. Mais: harmoniza as emoções, proporcionando um ambiente interno confortável.
Mais ainda: é o sistema energético do fígado que governa a atividade sexual, que se torna mais intensa na primavera.
E se ela se torna mais intensa naturalmente, qual é o problema? Nenhum, claro. Mas na primavera a capacidade de realização do ser humano se expressa pela criatividade.
Se for possível conter (e não esgotar) a sexualidade na primavera, empregando esse impulso em outras atividades criativas, o tônus sexual vai se manter firme o ano inteiro.
É como se o movimento impulsivo da natureza precisasse ser temperado pela nossa atitude.
Está lá, no tratado de medicina interna do Imperador Amarelo: "As paixões fortes reduzem e exaurem as emanações, ao passo que as paixões comedidas as fortalecem e tornam fecundas. A paixão forte consome as emanações, ao passo que as emanações alimentam um fogo moderado de desejo. As paixões fortes esbanjam suas emanações, ao passo que um fogo moderado de desejo engendra vida através das suas emanações."
Desse princípio nasceu o sexo tântrico, em que o orgasmo fica horas cintilando, não é a vertigem abrupta que sinaliza o fim do encontro sexual.
Paciência é um santo remédio, e cultivá-la pode trazer a mais secreta das grandes recompensas. Não só no sexo, em tudo. Contra a raiva, por exemplo. O budismo aponta a raiva como o supra´sumo da ignorância, a pior ação que um ser humano pode cometer contra si mesmo. Ué, mas a raiva não é dirigida ao outro? É. Mas quem sente? A gente. O outro pode não estar nem aí - e a gente põe aquela cara horrorosa, a expressão terrível, pensando as piores coisas, se envenenando por dentro. A raiva não resolve nada. Só gera negatividade. Segundo o budismo, destrói todos os méritos acumulados por ações positivas.
É aí que, passo a passo, entra a paciência. Primeiro a gente se dá conta de que teve um ataque de raiva, e trata de se acalmar. Na vez seguinte vai se dar conta enquanto estiver tendo o ataque, e ele perde a força. Da próxima vez vai perceber um pouquinho antes de ter o ataque, a tempo de respirar fundo e pensar que tudo passa, ninguém erra porque quer, todos sofremos, todos queremos a felicidade, deve haver alguma outra maneira de lidar com a situação...
Pronto, passou.
Tudo passa. Também a primavera passará."
Texto do livro Meditando na cozinha - Sonia Hirsch
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